Artigos - Sindicato Rural de Campo Grande - MS
Campo Grande, 09 de setembro de 2010
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GRADEAÇÃO ECOLÓGICA
A família Monteiro reside, há 30 anos, em Campo Grande. Seus próceres, Marcela e Zeito, agrônomos, criam gado no Pantanal. Idealistas, inventaram uma nova técnica: a "gradeação ecológica". Mostram como, na prática, se compatibiliza pecuária com preservação ambiental.
Por XICO GRAZIANO
CABO ANTIGO
Começa mais um abril "vermelho". Foices e facões se erguem na grita do MST e seus congêneres. Gente sofrida, rostos irados, os intrépidos invasores de terras afrontam a lei e rompem a ordem. Progressistas ou retrógrados?
Por XICO GRAZIANO
PRÁTICA MEDIEVAL
Caiu a área queimada com cana-de-açúcar em São Paulo. A novidade soa sensacional. Adotada desde os primórdios da economia, a colheita com fogo está com dias contados. Sorte do meio ambiente.
São Paulo produz 62% da cana do Brasil. Sua doce lavoura se estende por 4,5 milhões de hectares, área em contínua expansão. Descontando os novos canaviais - a cana recém plantada demora um ano para madurar - a colheita atingiu 3,8 milhões de hectares na última safra. Sobre o período anterior, houve um acréscimo de 548 mil hectares.
Por xico graziano
CORONÉIS E BARÕES
Como era a agricultura do Brasil em 1808? Há 200 anos, quando aqui aportou a família Real, capengava a mineração. A economia colonial deslocava seu eixo dinâmico, do Nordeste, para o Centro-Sul. Um processo de renascimento agrícola.
Assim o denominou Caio Prado Jr, economista e grande historiador. As primeiras descobertas de ouro em Minas Gerais se fizeram em 1696. Até então, predominara a economia açucareira do Nordeste. A fulgurante ascensão das minas, cujo auge ocorreu em 1750, amorteceu o latifúndio canavieiro.
Por XICO GRAZIANO
RAPINA AMBIENTAL
Todos estão certos, ninguém tem razão. Assim se parece a discussão sobre o desmatamento na Amazônia. Dados desencontrados, governo perdido, acusações múltiplas. A Hiléia sucumbe na incompetência coletiva. O assunto começou a embaralhar a opinião pública quando, há dois anos, numa jogada política, o Ministério do Meio Ambiente declarou que a queda no desmatamento, então apontado, era obra do seu governo. Não era crível. Analistas da matéria, incluindo boas organizações ambientalistas, sabedoras da inépcia governamental, creditavam o arrefecimento da devastação à crise da agropecuária.
Por XICO GRAZIANO
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